Na disputa por talentos de TI, a vaga deixou de ser o centro
A Taking reposicionou sua área de Talent para colocar a pessoa no centro, não a vaga. Entenda a estratégia que une experiência, inteligência de negócio e IA.
A escassez de profissionais qualificados segue como um dos maiores gargalos do setor de tecnologia. A resposta mais comum do mercado é previsível: abrir mais vagas, disputar por salário, repetir o ciclo. Nós escolhemos outro caminho.
Reposicionamos nossa área de Talent para operar sob uma lógica diferente. Em vez de organizar o trabalho em torno da vaga aberta, organizamos em torno da pessoa — e transformamos o recrutamento em um pilar da nossa expansão, não em uma função de suporte.
Da centralidade na vaga à centralidade na pessoa
A mudança tem um nome claro. Como resume Luana Hipólide, nossa VP de Talent:
“Deixamos de ter a centralidade na vaga para ter a centralidade na pessoa. O profissional não participa apenas de um processo seletivo. Ele passa a integrar um ecossistema de talentos conectado às demandas futuras da empresa e dos clientes”.
Na prática, isso significa que a relação com o profissional não começa quando existe uma posição em aberto nem termina quando ela é preenchida. Ela é contínua.
A nova estrutura integra três frentes em uma só operação: experiência do colaborador, inteligência de negócio e inteligência artificial. A IA entra onde faz diferença real — cruzamento de competências, identificação de aderência cultural e mapeamento de oportunidades. Não para substituir o olhar humano, mas para dar a ele mais precisão.
Salário não é mais o argumento
Há uma leitura equivocada e cara sobre a disputa por talentos em tecnologia: a de que ela se ganha no dinheiro. Os dados da nossa própria operação apontam outra direção.
"O profissional de tecnologia busca pertencimento, propósito e espaço para gerar impacto. Não basta oferecer salário. É preciso criar conexão, encantar e construir uma experiência consistente ao longo de toda a jornada", afirma Luana.
Por isso a estratégia inclui comunidade de talentos, programas de engajamento e fortalecimento da marca empregadora. São elementos que não aparecem numa proposta de emprego, mas que decidem se o profissional fica.
Talent e comercial na mesma mesa
Outro movimento estrutural: aproximamos a área comercial da gestão de talentos. Quando quem entende a demanda do cliente e quem entende o perfil do profissional conversam desde o início, o tempo de resposta cai e a assertividade sobe.
Também investimos na capacitação dos nossos times de recrutamento para uma atuação mais consultiva — profissionais que entendem o negócio, não apenas o currículo.
O que sustenta o crescimento
Tecnologia se sustenta em gente. É uma frase simples e é exatamente por isso que ela funciona: nenhuma entrega acontece sem quem a constrói. Cuidar de quem entrega é a forma mais direta de cuidar de quem contrata.