Digital Workplace

O usuário abriu o chamado de novo. A máquina é de 2021. Ninguém tinha verificado isso ainda!

Service Desk com IA, Field nacional, Gestão de ativos e Governança sob uma mesa única. A Taking responde por SLA, XLA, save e avoidance, e vai na causa raiz pro ticket parar de aparecer.

01 Pra quem é

Para operações onde o colaborador não pode parar e o chamado não pode escalar.

Ambiente híbrido, parque distribuído nacionalmente, SLA contratual. ITSM ou ESM já rodando — ServiceNow, Desk Manager ou a sua. Acima de 100 usuários, ou parques com lojas, clínicas, datacenters e escritórios em múltiplas praças.

24x7
suporte e sustentação para operações críticas
+4.500
localidades atendidas em Field Nacional
100% Brasil
cobertura nacional com atendimento presencial
02 Diagnóstico

Quem nos procura está em algum ou vários destes cenários.

Cenário 01

Sintomas no dia a dia

  • O chamado abre, fecha, e o mesmo problema volta na semana seguinte
  • O analista sênior está fazendo serviço de N1 e custando o dobro
  • O fornecedor virou crachá: conta headcount, ninguém olha a operação
  • O representante do fornecedor não senta na sua mesa há mais de um ano
Cenário 02

Impacto no resultado

  • Compra de máquina sem checar estoque ocioso. Licença paga sem uso real.
  • TI virou linha de custo. Saiu da pauta de negócio.
  • O book mensal chega genérico. Você não tem com o que defender o orçamento.
  • A renovação chega e o gestor de TI não tem argumento de saving.
Cenário 03

O preço de continuar como está

  • Ticket de N1 sendo feito por N2 caro, mês após mês
  • Causa raiz nunca trabalhada. O mesmo problema vira chamado recorrente.
  • A experiência do usuário cai mesmo com o SLA técnico em dia
  • O concorrente já fez a transição. Você está atrás sem perceber.
03 Porque nos escolher

Quatro coisas que mudam quando o crachá vira Taking.

Assessment com o avião andando.

O que fazemos. Sexta o fornecedor sai. Segunda o crachá Taking entra. Em 6 meses mapeamos processo, base de dados, KPIs de SLA e XLA, automações e canais. Assessment embutido no contrato.

A transição vira porta de entrada. A Taking trabalha enquanto entende a casa.

Compartilhamento de ganhos 50/50.

O que fazemos. Save e avoidance no book mensal com memória de cálculo. No 6º mês, se a operação reduziu posições, o cliente escolhe: desconto ou mais escopo no mesmo budget.

Em vez de tirar gente, a operação cresce em escopo sem aumentar a conta.

Causa raiz, não bombeiro.

O que fazemos. Quando o ticket repete, paramos. Survey no local. Documentação em base de conhecimento. Erro conhecido vira solução automática no próximo chamado.

Quanto mais a operação amadurece, menos ticket aparece.

Diretoria na operação.

O que fazemos. Head de Digital Workplace e CEO na cadeia direta do cliente. Decisão crítica não espera escalar pela camada comercial.

Problema estrutural resolve em horas, não em ata em semanas.

04 O que entregamos

Uma estrutura completa para operar, sustentar e evoluir seu workplace.

Service Desk no centro. Frentes conectadas por governança única e ITSM compartilhada.

Atendimento

A camada que está em contato direto com o usuário, do primeiro chamado ao especialista de N3.

Frente 01

Service Desk com IA

N0 e N1. Chatbot + AVI multicanal (WhatsApp, Teams, Portal, Telegram). FCR no primeiro contato. Agnóstico a ITSM e ESM. Transferência pra humano com histórico garantido.

Frente 02

Field Services Inteligente

Presencial em +4.500 localidades. Modelos dedicado, compartilhado, residente ou volante. Microinformática, infra, telecom e CFTV. Backup pra faltas e férias.

Frente 03

Professional Services

N3 especializado. SO (Windows, Linux, Unix, macOS), banco, redes e segurança, storage e backup, virtualização e cloud (AWS, Azure, Oracle, VMware, Citrix).

Sustentação

A camada que roda por baixo: ativo, infra, segurança e os projetos que evoluem o ambiente.

Frente 04

Gestão de Ativos

Ciclo completo com ESG. Integração ITSM ↔ CMDB. O atendente já abre o chamado sabendo a idade da máquina do usuário.

Frente 05

NOC & BOC

NOC monitora infra (link, servidor, banco, cloud). BOC monitora negócio (ERP, BI, app). Observabilidade ponta a ponta.

Frente 06

Cyber Segurança

Pentest, análise contínua de vulnerabilidades, conscientização e SOC + SIEM 24x7 com correlação inteligente de eventos.

Frente 07

Projetos de TI

Retrofit de legado, rollout em larga escala, cabling certificado, survey técnico, assessment de maturidade e CFTV.

05 Hardware as a Service

HaaS muda a equação financeira do seu parque tecnológico.

A implantação AS IS tem ritmo definido. Cada trimestre, entrega clara. O 6º mês não é o fim da implantação. É quando começa o ciclo de evolução.

CAPEX → OPEX o cliente para de imobilizar capital em ativos que perdem valor e passa a pagar mensalidade fixa por dispositivo em uso.

01

Parque sempre atualizado

  • Mensalidade por dispositivo em uso.
  • Upgrade a cada 24/36 meses.
  • Escala por demanda, sem investimento inicial.
02

Proteção e continuidade

  • Antivírus, backup e configuração inclusos.
  • Equipamento reserva para emergência.
  • Manutenção preventiva e corretiva.
03

Ciclo completo

  • Logística e logística reversa.
  • Descarte com sanitização de dados e certificação ambiental.
  • Conformidade com normas ambientais e de segurança da informação.

Gestão centralizada com dashboard de inventário em tempo real para o gestor do contrato.

Modelos disponíveis em parceria com Acer: Mini PC · Aspire Go 15 · Travelmate · Travelmate P6. Outras marcas e configurações entram conforme a necessidade do cliente.

06 Como funciona

Seis meses para mudar a sua operação.

A implantação AS IS tem ritmo definido. Cada trimestre, entrega clara. O 6º mês não é o fim da implantação. É quando começa o ciclo de evolução.

Mês 1 — 3 · Trimestre 01

Mapeamento e plano

Mapeamento de processo, base de dados, categorização, prioridade (Impacto × Urgência). Workflow no ITSM. Plano de melhoria. KPIs de SLA e XLA.

Mês 4 — 5 · Bimestre 02

Operação no ar

Análise da equipe. Atualização do N1. Início do atendimento com FCR. Novo book. Canais WhatsApp, Teams, Portal no ar. Integração ITSM e chatbot. Automações de N1.

Mês 6 · Curva de ganho

Resultado mensurável

FCR aumenta. Multicanalidade efetiva. Produtividade sobe. Satisfação sobe. AS IS vs. operação atual. Redução de Field. Compartilhamento de ganhos 50/50.

07 Governança em duas camadas

Operação que roda hoje. E que evolui amanhã.

Duas mesas conectadas. Foco distinto.

Bloco 01 · Camada presente

Gestão Operacional

Mantém a operação previsível, com SLA cumprido e crise contida.

Mede

SLA, capacidade, backlog, performance de fornecedor.

Conduz

Crise (T0 a T6), comunicação, demanda, relacionamento.

Responde

Liderança · Coordenação · Ticket Manager · Service Delivery Manager.

Bloco 02 · Camada de evolução

Mesa Digital

Aumenta o FCR, reduz ticket recorrente e amadurece a experiência.

Monitora

Qualidade do atendimento, gamificação, satisfação.

Constrói

Base de conhecimento, automação, indicadores (SLA + XLA + OKR).

Entrega

Books executivos e insights pra decisão.

08 Nossos cases

Onde o crachá vira resultado.

01 / 04
09 FAQ

Perguntas que podem surgir antes da reunião.

01Como funciona a transição do fornecedor atual para a Taking?

A operação não para. Na sexta-feira, o fornecedor atual encerra; na segunda, a equipe Taking assume. Em paralelo, durante os primeiros seis meses, conduzimos o assessment completo: processo, base de dados, KPIs, automações e plano de melhoria. O assessment está embutido no contrato.

02A Taking opera com a nossa ferramenta de ITSM ou exige a sua?

A Taking é agnóstica à ferramenta. Operamos em ServiceNow, Desk Manager, BMC Remedy ou qualquer plataforma ITSM/ESM já implantada no cliente. Se preferir, conduzimos a operação na nossa stack.

03Qual a diferença entre SLA e XLA, e por que medir os dois?

SLA mensura o serviço técnico, tempo de resposta e resolução do chamado. XLA (Experience Level Agreement) mensura a experiência do usuário final no atendimento. Os dois indicadores podem divergir: um chamado pode fechar dentro do prazo contratual e ainda assim deixar o usuário insatisfeito. Medimos ambos porque resolver os dois é o que mantém a operação sustentável.

04O que são save e avoidance no book mensal?

Save é economia gerada e entregue ao cliente (exemplo: consolidação de licenças ociosas). Avoidance é gasto evitado (exemplo: serviço executado com recurso interno em horas, no lugar de um projeto contratado à parte). Ambos são reportados mês a mês com memória de cálculo.

05Como funciona o modelo de compartilhamento de ganhos 50/50?

A cada doze meses, avaliamos a operação. Quando a Taking reduz posições por automação ou ganho de eficiência, o ganho é dividido em partes iguais. O cliente decide se converte em desconto na fatura ou em ampliação de escopo no mesmo orçamento.

06Qual a abrangência do Field Services e como vocês modelam por cliente?

A cobertura é nacional, com mais de 4.500 localidades atendidas. O modelo é desenhado por contexto: para varejo com lojas distribuídas (caso Vivara e C&A), trabalhamos com técnicos volantes por região. Para datacenter de missão crítica (caso Scala), operação 100% dedicada 24x7.

07Como funciona o modelo HaaS e por que ele vale a pena?

O HaaS substitui a compra de hardware por mensalidade fixa por dispositivo em uso. Manutenção, antivírus, backup e configuração estão inclusos. A renovação tecnológica acontece a cada 24 ou 36 meses, sem novo investimento. Em caso de falha, há equipamento reserva para garantir continuidade. No fim do ciclo, o descarte é feito com sanitização certificada de dados e em conformidade com normas ambientais. Operamos em parceria com a Acer, com flexibilidade para outras marcas conforme a necessidade do cliente.

08Qual o prazo mínimo de contrato e por quê?

O prazo mínimo é de 24 a 36 meses. Doze meses não permitem amadurecer a operação: no primeiro semestre, a Taking está entendendo a casa e implantando melhorias; o ganho mensurável vem do décimo segundo mês em diante. O assessment embutido no contrato compensa a duração estendida.

Próximo passo

45 minutos de conversa para entender o seu cenário e desenhar um diagnóstico operacional sob medida.

A gente responde em até 1 dia útil para marcar a conversa. Sem proposta, sem cobrança, sem pitch. Se não fizer sentido pra Taking, falamos isso na reunião.

30–45 minutos. Sem cobrança, sem proposta, sem pitch.

Time técnico e de negócio pela Taking — não SDR genérico.

Você sai com uma leitura preliminar do seu cenário, e uma decisão clara de avançar, aprofundar ou parar.