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Fintech de renome estruturou um CoE de Automação para escalar eficiência com segurança e governança

No ambiente dinâmico das grandes fintechs, onde o volume de processos cresce em ritmo exponencial e a precisão é mandatória, a automação não é apenas um vetor de eficiência — é uma questão de sustentabilidade operacional. À medida que as jornadas se tornam mais complexas e…

Fintech de renome estruturou um CoE de Automação para escalar eficiência com segurança e governança

Automação como pilar de escala em operações de alta complexidade

No ambiente dinâmico das grandes fintechs, onde o volume de processos cresce em ritmo exponencial e a precisão é mandatória, a automação não é apenas um vetor de eficiência — é uma questão de sustentabilidade operacional. À medida que as jornadas se tornam mais complexas e interdependentes, a necessidade de escalar automações com controle, segurança e conformidade ganha proporções estratégicas.

A companhia vivenciava esse cenário: um alto volume de demandas, múltiplas regras de negócio, equipes em expansão e a urgência de garantir que cada automação fosse confiável, auditável e alinhada às exigências regulatórias. A ausência de um modelo centralizado dificultava padronização, governança e previsibilidade.

Quando governança e padronização se tornam essenciais para crescer com confiança

A empresa percebeu que ampliar automações de forma distribuída, sem diretrizes unificadas, criava riscos operacionais e regulatórios. Para manter sua reputação de excelência e confiança, era necessário evoluir para uma estrutura capaz de:

  • Padronizar métodos e tecnologias
  • Garantir compliance em todas as etapas
  • Criar visibilidade sobre o ciclo completo de automações
  • Sustentar um crescimento exponencial sem perda de controle

A resposta foi a criação de um modelo robusto, orientado por governança, engenharia e uma visão de automação corporativa.

A solução: um CoE de Automação completo, escalável e orientado por boas práticas

Foi estabelecido um Centro de Excelência (CoE) de Automação, operando com uma estrutura multidisciplinar composta por analistas, desenvolvedores RPA e arquitetos especializados.

O modelo foi construído sobre quatro pilares:

  • Ciclo end‑to‑end de automação, da descoberta à sustentação
  • Governança sólida, garantindo padronização, rastreabilidade e aderência regulatória
  • Arquitetura de referência e boas práticas, aplicadas sobre a plataforma UIPath
  • Operação colaborativa, conectando negócio e tecnologia de forma contínua

O CoE eliminou silos, ampliou a maturidade e estabeleceu um padrão que suportava escala com segurança.

Resultados: automação escalável, segura e reconhecida como motor estratégico

Com o CoE, a empresa atingiu um novo nível de previsibilidade, qualidade e eficiência.

Entre os principais impactos:

  • Automação escalável, com capacidade de atender à complexidade crescente do negócio
  • Segurança e compliance garantidos, respondendo às exigências do setor financeiro
  • Reconhecimento do CoE como parceiro estratégico, apoiando decisões e acelerando iniciativas de transformação

Mais do que automatizar processos, a companhia passou a operar com uma camada de inteligência e governança que fortalece sua posição como referência em inovação e eficiência no setor financeiro.